Pessoal, gostaria de desejar a todos um ótimo Carnaval! Aproveito a oportunidade para compartilhar com vocês o meu "Poeminha de Carnaval". Grande abraço!
Poeminha de Carnaval
Minha alma tem fantasias
para mais de mil carnavais.
Mas neste eu vou de alegria
e, se eu gostar, uso mais.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Metade da laranja
Coincidência o sol ter nascido
juntamente com o dia! É de se espantar...
Muitos dirão que é assim todos os dias,
são leis naturais, a física do universo.
Dirão que não é coincidência.
Pois eu digo que é!
Assim como coincide
das estrelas aparecerem com a noite,
das flores surgirem com a primavera,
da dor caminhar com o tempo,
dos sonhos virem com o vôo.
Não são pares, não são casais...
Pode ser até que um dia se separem,
cada um para o seu lado.
(Tudo bem! Vou admitir:
é meu coração que quer acreditar assim).
É ciúme,
tolices de um apaixonado.
Não dêem muita bola,
mas é que desde que ele nasceu,
desde que deu sua primeira batida,
ele crê que é
a outra metade da laranja da Vida.
juntamente com o dia! É de se espantar...
Muitos dirão que é assim todos os dias,
são leis naturais, a física do universo.
Dirão que não é coincidência.
Pois eu digo que é!
Assim como coincide
das estrelas aparecerem com a noite,
das flores surgirem com a primavera,
da dor caminhar com o tempo,
dos sonhos virem com o vôo.
Não são pares, não são casais...
Pode ser até que um dia se separem,
cada um para o seu lado.
(Tudo bem! Vou admitir:
é meu coração que quer acreditar assim).
É ciúme,
tolices de um apaixonado.
Não dêem muita bola,
mas é que desde que ele nasceu,
desde que deu sua primeira batida,
ele crê que é
a outra metade da laranja da Vida.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Espelho, espelho meu...
Alguns livros, alguns poemas, se pararmos para analisar, revelam os segredos mais íntimos do autor. Seus medos, suas paixões, seus anseios... o papel reflete a alma de quem escreve. E diferentemente do espelho, o papel não reflete somente feixes de luz, ele gosta de refletir também feixes de escuridão, de mistérios, de segredos. Assim, qualquer um que se proponha a encarar um pedaço de papel acaba descobrindo partes de si que nem conhecia ou que não gosta de ver. Reflexos de si estranhos a si mesmo.
Para muitos, é difícil encarar esse espelho que embaraça criador e criatura, que confunde o autor com sua obra, ou até mesmo o leitor e a obra. Às vezes tudo se mistura: autor, obra, leitor. E não é raro esses espelhos se tornarem temidos. Em um de seus ensaios literários, Thomas Mann conta como Goethe temia seu próprio livro, “O sofrimento do jovem Werther”. Em sua velhice, Goethe confessa que só releu tal livro, escrito em sua juventude, uma única vez e evitava ler outras vezes. O autor justificava: “tenho uma sensação estranha, e tenho medo de recair no estado patológico que o fez nascer”.
Não quero entrar aqui na discussão de quais estados seriam sadios e quais seriam patológicos, gostaria apenas de concluir dizendo que somos, em parte, um mistério a ser desvendado. Somos um mistério a ser lido.
Peço licença para citar uns versinhos que escrevi há tempos atrás:
Não conhecerás tua verdadeira
imagem olhando-te no espelho.
A luz que te amolda
não conhece tuas sombras.
És, em parte, mistério...
Para muitos, é difícil encarar esse espelho que embaraça criador e criatura, que confunde o autor com sua obra, ou até mesmo o leitor e a obra. Às vezes tudo se mistura: autor, obra, leitor. E não é raro esses espelhos se tornarem temidos. Em um de seus ensaios literários, Thomas Mann conta como Goethe temia seu próprio livro, “O sofrimento do jovem Werther”. Em sua velhice, Goethe confessa que só releu tal livro, escrito em sua juventude, uma única vez e evitava ler outras vezes. O autor justificava: “tenho uma sensação estranha, e tenho medo de recair no estado patológico que o fez nascer”.
Não quero entrar aqui na discussão de quais estados seriam sadios e quais seriam patológicos, gostaria apenas de concluir dizendo que somos, em parte, um mistério a ser desvendado. Somos um mistério a ser lido.
Peço licença para citar uns versinhos que escrevi há tempos atrás:
Não conhecerás tua verdadeira
imagem olhando-te no espelho.
A luz que te amolda
não conhece tuas sombras.
És, em parte, mistério...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Outras Cozinhas (Quintana, Adélia e Vinícius)
O colegial (Mario Quintana)
O vento passa lá fora
e eu, no quadro negro, imóvel
- ó muro de fuzilamento!
Morro sem dizer palavra.
O professor parece triste,
talvez por outros motivos.
Manda sentar-me
e eu carrego
ó almazinha assustada,
um zero, como uma auréola...
Rezai, rezai pelas alminhas
dos meninos fuzilados!
Por que é que nos ensinam
tanta coisa?
Eu queria saber contar
só com os dedos da mão!
O resto é complicação,
um nunca mais acabar.
Eu queria mesmo era poder estudar
teu corpo todo com a mão
até sabê-lo de cor
como um ceguinho.
E o vento passa lá fora
com a sua memória em branco.
O que ele viu, nem recorda...
e eu nada vi: só adivinho!
Grande desejo (Adélia Prado)
Não sou matrona, mãe dos Gracos, Cornélia,
sou é mulher do povo, mãe de filhos, Adélia.
Faço comida e como.
Aos domingos bato o osso no prato pra chamar o cachorro
e atiro os restos.
Quando dói, grito ai,
quando é bom, fico bruta,
as sensibilidades sem governo.
Mas tenho meus prantos,
claridades atrás do meu estômago humilde
e fortíssima voz pra cânticos de festa.
Quando escrever o livro com o meu nome
e o nome que eu vou pôr nele, vou com ele a uma igreja,
a uma lápide, a um descampado,
para chorar, chorar e chorar,
requintada e esquisita como uma dama.
Dialética (Vinícius de Moraes)
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
O vento passa lá fora
e eu, no quadro negro, imóvel
- ó muro de fuzilamento!
Morro sem dizer palavra.
O professor parece triste,
talvez por outros motivos.
Manda sentar-me
e eu carrego
ó almazinha assustada,
um zero, como uma auréola...
Rezai, rezai pelas alminhas
dos meninos fuzilados!
Por que é que nos ensinam
tanta coisa?
Eu queria saber contar
só com os dedos da mão!
O resto é complicação,
um nunca mais acabar.
Eu queria mesmo era poder estudar
teu corpo todo com a mão
até sabê-lo de cor
como um ceguinho.
E o vento passa lá fora
com a sua memória em branco.
O que ele viu, nem recorda...
e eu nada vi: só adivinho!
Grande desejo (Adélia Prado)
Não sou matrona, mãe dos Gracos, Cornélia,
sou é mulher do povo, mãe de filhos, Adélia.
Faço comida e como.
Aos domingos bato o osso no prato pra chamar o cachorro
e atiro os restos.
Quando dói, grito ai,
quando é bom, fico bruta,
as sensibilidades sem governo.
Mas tenho meus prantos,
claridades atrás do meu estômago humilde
e fortíssima voz pra cânticos de festa.
Quando escrever o livro com o meu nome
e o nome que eu vou pôr nele, vou com ele a uma igreja,
a uma lápide, a um descampado,
para chorar, chorar e chorar,
requintada e esquisita como uma dama.
Dialética (Vinícius de Moraes)
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O brilho no olhar
Após um longo período de estudos e pesquisas, apresento a todos a conclusão dos meus esforços, uma fria e detalhada explicação fisiológica do "brilho no olhar":
É quase irresistível a delicadeza com que a esperança nos toca os sentidos. Começa mansamente a sussurrar em nossos ouvidos palavras colhidas na última primavera, promessas de futuros jardins. Inalamos então o seu hálito morno do qual as nossas sementinhas silenciosas necessitam para começar a germinar. Sentimos o gosto dos nossos anseios, dos nossos medos, das nossas incertezas a se misturarem e, aos poucos, se dissolverem. Salivamos pelo futuro. Nossos olhos são tomados por claras visões dos horizontes envergando-se até as pontas dos nossos pés. Abrem-se os caminhos. E nosso corpo é o próprio tato da alma, tocado agora por milhões de raios de sol, conduzidos por um sistema nervoso, espelhado e convexo, a tudo o que é vivo, a tudo que deseja luz. É a sinapse da Vida, que faz nascer assim, senhores, a chamada luz da esperança!... ou o popularmente conhecido "brilho no olhar".
É quase irresistível a delicadeza com que a esperança nos toca os sentidos. Começa mansamente a sussurrar em nossos ouvidos palavras colhidas na última primavera, promessas de futuros jardins. Inalamos então o seu hálito morno do qual as nossas sementinhas silenciosas necessitam para começar a germinar. Sentimos o gosto dos nossos anseios, dos nossos medos, das nossas incertezas a se misturarem e, aos poucos, se dissolverem. Salivamos pelo futuro. Nossos olhos são tomados por claras visões dos horizontes envergando-se até as pontas dos nossos pés. Abrem-se os caminhos. E nosso corpo é o próprio tato da alma, tocado agora por milhões de raios de sol, conduzidos por um sistema nervoso, espelhado e convexo, a tudo o que é vivo, a tudo que deseja luz. É a sinapse da Vida, que faz nascer assim, senhores, a chamada luz da esperança!... ou o popularmente conhecido "brilho no olhar".
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Aperitivos - II
Sirvo aqui um pedacinho de cada um dos 3 livros já publicados no blog e deixo também o convite para quem quiser degustá-los por inteiro... Grande abraço!
PÁ VIRADA - Para baixá-lo clique aqui.
POEMA DE UM CAVALHEIRO
Ai amor meu, por que choras tanto?
Não era eu, toda a cura de teus males?
Agora sou razão de teu infindável pranto,
o desencanto que turvou teus olhos-mares?
Não chores, amor, não chores!
Olha bem para os fatos e entende.
Nunca fui rude e nem mesmo infiel.
Então, finda o choro e compreende!
Queria te dar todo o amor do mundo.
Sou cavalheiro, romântico, não cafajeste.
Mas seria, no mínimo, indelicado
devolver o que um dia tu me deste.
MONÓLOGO DE UMA VIDA - Para baixá-lo clique aqui.
(...)Entretanto, parte da platéia continua inquieta, com medo da peça. Ao perceber tanto temor, o ator resolve contar uma história, que ouvira ainda no Segundo Ato, para acalmálos de vez.
"Era uma vez um cego, surdo e mudo,
Que olhava para dentro.
Não sabia a diferença entre
Tapa e alento, mordida e beijo...
Teria que aprender a textura dos desejos.
Então, passou a apalpar as almas das pessoas.
Sentiu sonhos, paixões, medos,
Raiva e alegria escorriam entre os dedos.
Mas onde estava o amor?
Não o encontrava...
Chegou a rir por confundir com
Tantas outras texturas:
Paixão, piedade, ternura...
Até com a dor o confundira...
Com a dor, quem diria?!
Mas não, não achara o amor!
Então, num ato um tanto narcisista,
Resolveu apalpar a própria alma.
Mas não era isso, era curiosidade, teimosia,
Um ato de valentia:
Encontrar o amor, em sua forma pura e adocicada.
Apalpou, apalpou... e nada!
Entrou em pânico, em desespero,
Achava que iria morrer!
O pânico foi tanto, que como
Por milagre, por encanto,
Começou a ouvir, a falar, a ver!
Entretanto, não pôde acreditar
No que viu (emudeceu):
Todos eram cegos, surdos e mudos como ele!
Pela primeira vez na vida,
Amou...
Ninguém da platéia compreendeu nada da história, mas todos adormeceram como
crianças. João apaga a luz e sai sem fazer barulho.(...)
O POETA E O PANO - Para baixá-lo clique aqui.
POEMA DE AÇUCAR
(Para a Luja)
Do céu,
tudo no chão parece formiga.
Do chão,
tudo no céu parece estrela.
Ao teu lado,
tudo – no chão, no céu,
tudo parece estrela.
Somente as estrelas parecem formigas
(formigas a roubar de ti pedacinhos de luz)...
PÁ VIRADA - Para baixá-lo clique aqui.
POEMA DE UM CAVALHEIRO
Ai amor meu, por que choras tanto?
Não era eu, toda a cura de teus males?
Agora sou razão de teu infindável pranto,
o desencanto que turvou teus olhos-mares?
Não chores, amor, não chores!
Olha bem para os fatos e entende.
Nunca fui rude e nem mesmo infiel.
Então, finda o choro e compreende!
Queria te dar todo o amor do mundo.
Sou cavalheiro, romântico, não cafajeste.
Mas seria, no mínimo, indelicado
devolver o que um dia tu me deste.
MONÓLOGO DE UMA VIDA - Para baixá-lo clique aqui.
(...)Entretanto, parte da platéia continua inquieta, com medo da peça. Ao perceber tanto temor, o ator resolve contar uma história, que ouvira ainda no Segundo Ato, para acalmálos de vez.
"Era uma vez um cego, surdo e mudo,
Que olhava para dentro.
Não sabia a diferença entre
Tapa e alento, mordida e beijo...
Teria que aprender a textura dos desejos.
Então, passou a apalpar as almas das pessoas.
Sentiu sonhos, paixões, medos,
Raiva e alegria escorriam entre os dedos.
Mas onde estava o amor?
Não o encontrava...
Chegou a rir por confundir com
Tantas outras texturas:
Paixão, piedade, ternura...
Até com a dor o confundira...
Com a dor, quem diria?!
Mas não, não achara o amor!
Então, num ato um tanto narcisista,
Resolveu apalpar a própria alma.
Mas não era isso, era curiosidade, teimosia,
Um ato de valentia:
Encontrar o amor, em sua forma pura e adocicada.
Apalpou, apalpou... e nada!
Entrou em pânico, em desespero,
Achava que iria morrer!
O pânico foi tanto, que como
Por milagre, por encanto,
Começou a ouvir, a falar, a ver!
Entretanto, não pôde acreditar
No que viu (emudeceu):
Todos eram cegos, surdos e mudos como ele!
Pela primeira vez na vida,
Amou...
Ninguém da platéia compreendeu nada da história, mas todos adormeceram como
crianças. João apaga a luz e sai sem fazer barulho.(...)
O POETA E O PANO - Para baixá-lo clique aqui.
POEMA DE AÇUCAR
(Para a Luja)
Do céu,
tudo no chão parece formiga.
Do chão,
tudo no céu parece estrela.
Ao teu lado,
tudo – no chão, no céu,
tudo parece estrela.
Somente as estrelas parecem formigas
(formigas a roubar de ti pedacinhos de luz)...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
TOC e novo design
Após um breve período de recesso, nossa cozinha está de volta com novos pratos para serem postos à mesa. Durante esse recesso, no qual se passaram o natal e o reveillon, tive a felicidade de reencontrar vários amigos. Nesses (re)encontros ouvi muitas sugestões sobre temas para o blog, idéias para novos pratos. Uma dessas sugestões foi abordar em meu textos alguns temas da Psicologia. Pois bem, resolvi começar o ano servindo algo relacionado ao tema. Sirvam-se à vontade!
Alguns dos comportamentos mais interessantes do ser humano, para não dizer estranhos, são os gerados pelo chamado TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Uma espécie de ritual para ordenação cósmica.
Existem TOCs dos mais variados tipos para os mais variados gostos. Pessoas que só tocam em alguns objetos por determinado número de vezes, ou as que, contrariamente, evitam tocar em alguns objetos. Algumas que só deixam o chinelo do pé direito na frente ao do pé esquerdo. Outras saem ordenando tudo o que vêem pela frente, (quem dirá Darwin, seu TOC foi tão intenso que marcou a história e, de certa maneira, contagiou a todos). Certos tipos são mais complexos, mais elaborados. Como exemplos, essas pessoas que só saem do banheiro após piscarem a luz cinco vezes e olharem-se três vezes no espelho, sem mencionar a necessidade da torneira aberta.
A verdade é que ninguém está a salvo de desenvolver um ou outro tipo de TOC. Eu, por exemplo, não consigo escrever sem antes passar por um pequeno procedimento: primeiro, tenho que tentar abrir o caderno exatamente na última página escrita; segundo, só posso pegar o lápis com a mão direita, depois passo-o para mão esquerda e novamente para a direita (se for caneta, executo o processo duas vezes); por último, faço um rabisco no canto direito inferior da folha. E pronto! Posso começar... Ah, mas se é noite, após todo esse procedimento, ainda tenho que tocar em sete estrelas e dar três beijos na lua.
Pessoal, como puderam ver, nossa mesa está com cara nova. Peço encarecidamente que dêem suas opniões na enquete ao lado sobre o novo desing. Grande abraço!!!
Alguns dos comportamentos mais interessantes do ser humano, para não dizer estranhos, são os gerados pelo chamado TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Uma espécie de ritual para ordenação cósmica.
Existem TOCs dos mais variados tipos para os mais variados gostos. Pessoas que só tocam em alguns objetos por determinado número de vezes, ou as que, contrariamente, evitam tocar em alguns objetos. Algumas que só deixam o chinelo do pé direito na frente ao do pé esquerdo. Outras saem ordenando tudo o que vêem pela frente, (quem dirá Darwin, seu TOC foi tão intenso que marcou a história e, de certa maneira, contagiou a todos). Certos tipos são mais complexos, mais elaborados. Como exemplos, essas pessoas que só saem do banheiro após piscarem a luz cinco vezes e olharem-se três vezes no espelho, sem mencionar a necessidade da torneira aberta.
A verdade é que ninguém está a salvo de desenvolver um ou outro tipo de TOC. Eu, por exemplo, não consigo escrever sem antes passar por um pequeno procedimento: primeiro, tenho que tentar abrir o caderno exatamente na última página escrita; segundo, só posso pegar o lápis com a mão direita, depois passo-o para mão esquerda e novamente para a direita (se for caneta, executo o processo duas vezes); por último, faço um rabisco no canto direito inferior da folha. E pronto! Posso começar... Ah, mas se é noite, após todo esse procedimento, ainda tenho que tocar em sete estrelas e dar três beijos na lua.
Pessoal, como puderam ver, nossa mesa está com cara nova. Peço encarecidamente que dêem suas opniões na enquete ao lado sobre o novo desing. Grande abraço!!!
Assinar:
Postagens (Atom)