Fiz para você uma trova,
sem sequer ser trovador.
Ela é bem mais que uma prova,
é um veredicto de amor!
Não tenho o hábito de escrever trovas. Essa surgiu numa das raras vezes que me arrisquei por esse caminho. Talvez motivado pelo livro de trovas que tenho em mãos desde o começo desse mês: Degraus do Sonho, da poetisa Manita. Segundo as informações do livro em questão, Manita é membro correspondente da Academia Fluminense de Letras, membro efetivo da Academia Teresopolitana de Letras, do Clube dos Poetas Fluminenses, da Sociedade Cultural e Artística Brasileira (S.C.A.B.) e do Grêmio Brasileiro de Trovadores. Não consegui muito mais informações sobre a autora, como sua data de nascimento e se ainda é viva. Fato é que o “Degraus do Sonho” que tenho comigo foi publicado em 1966.
Outra pequena informação que tenho sobre Manita é que ela visitou algumas vezes minha cidade natal, Ervália. E tais visitas devem ter sido bastante agradáveis, pois fez a autora dedicar algumas de suas belas trovas a essa pequena grande cidade. Uma delas, compartilho agora em nossa mesa:
A noite, nos céus de Ervália,
Tão bela, dá gosto de vê-la;
Não há lugar, Deus me valha,
Para pôr mais uma estrela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário