Não me conta da lua, do fundo, do inverno
e nem das cantigas das ondas,
do mar em seu choro eterno,
não me conta!
Não me conta nada sobre o infinito
nem me pergunta das horas.
Beija-me agora, eu suplico!
Sim! Agora!
Deixa em segredo minha solidão.
Que os vergéis só conheçam flores!
O céu, só estrelas! Meu coração,
só amores!
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