De
um tempo para cá resolvi buscar uma solução para esse problema (ou pelo menos
para falta de papel quando as palavras faíscam). Comecei a escrever poemas numa
agenda que me acompanha quase o dia todo. Aproveito cada linha. A inspiração
continua pouco assídua, ainda não passei do dia doze de janeiro. E observando
minha agenda companheira, suas primeiras páginas, cheguei a conclusão de que
assim deveriam ser os dias: Que não passassem até estarem repletos de poesia!
E relembrando um poema de
Henriqueta Lisboa:
Calendário
Calada floração
Fictícia
Caindo da árvore
Dos dias.
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