quarta-feira, 4 de maio de 2011

Encontro futurístico

O homem depara com aquele objeto estranho.
O que será? Possui vida?
Tem forma e tamanho.
É alvo, é fino, parece leve...
E sua ignota serventia... Que susto!
O objeto se moveu
ou foi o vento?
Valhe-me Deus! Deus e todos os santos!
Que encontro mais tenebroso
entre o homem e uma folha em branco!

Esse pequeno poema foi escrito em certo tom irônico para servir de apelo, ou melhor dizendo, de convite para que todos leiam mais e, principalmente, escrevam mais, criem mais. Uma folha em branco, à primeira vista, pode parecer um pouco ameaçadora, mas aos poucos se percebe que ela não é nada mais do que simples e inofensível porta aberta ao infinito. Escrevam, criem!
Para leitura, deixo aqui uma sugestão: cada um buscar ler o que gosta, mas um gosto que adquiri nos últimos meses, na verdade um vício, é a Literatura de Cordel. Colecionar e ler esses folhetos têm sido extremamente prazeroso para mim, por isso compartilho essa sugestão com todos. Além disso, a Literatura de Cordel ainda é desconhecida para muitos, embora já faça parte de nossa cultura há séculos, principalmente da região nordeste.
Leia, escreva, crie! (Perdão pelo tom imperativo, tome esses verbos como conjugados no modo "sugestivo amigável"). Grande abraço!

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