Ponho à mesa, mais um poema do livro "Pá virada". Bom apetite!
O poema se sentia por cima,
Estava todo prosa:
Não preciso de rimas,
Bastam-me as rosas!
O texto não encontrava pretexto
Para por fim na conversa:
Chega de rimas e rosas,
Basta-me a reza!
A oração quis saber que horas eram
E fez logo um resumo:
Chega de rimas, rosas e rezas,
Cada um toma seu rumo!
E o conto no seu canto,
Ao ouvir aquele aviso,
Também tomou seu rumo
Em meio a rimas, rosas, rezas e risos...
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